Esse é o nosso chef cuisinier



Entre no nosso lojinha e saiba o que três amigas gostam de fazer nas horas vagas: cozinhar e comer.


Receitas publicadas
Março de 2004
- Especial cuscuz
- Boeuf bourguignon
- Torta de abóbora com frango
- Tarte Tatin
- Especial pães
- Bolo de azeitonas
- Cufe
- Strudel
- Pudim de Mandioca

Fevereiro de 2004
- Tortas salgadas
- Torta invertida de tomates caramelados
- Musse salgada de hortelã
- Pêssegos em calda diet
- Risoto de alho-poró
- Especial risotos
- Pudim de banana
- Salada Waldorf light

Janeiro de 2004
- Musse de cupuaçu
- Figo rami
- Iogurte caseiro light
- Especial massas de crêpes
- Recheios de crêpes

Dezembro de 2003
- Caçonete ao molho de maracujá, cogumelo e azeitona
- Bolo de Natal do Depósito
- Bolo cremoso de milho
- Cuca cremosa
- Pavê de damasco
- Espagueti com kani kama
- Salada de frango defumado
- Molho de gorgonzola
- Berinjela japonesa do Carlos
- Pão caseiro macio e fofinho (recheado)
- Mojito
- Fritada de abóbora

Novembro de 2003
- Crambambali
- Lagarto na cerveja com purê de mandioquinha
- Pão com tomate (receita catalã)
- Cuscuz paulista
- Sanduíche de camembert com presunto tipo Parma
- Farofa com figo e damasco


Amigos Blogueiros
Senso Incomum
Hey ho, let's go!
Gastronomie
3 minutos
Mal-Estar


Sites que visitamos
Em português
Terra Culinária
Cyber Cook
Cláudia Cozinha
Basílico
Panelinha
Chef On Line
Bem Feitinho
Prato Feito
Batuque na Cozinha
BrChef
Profª Selma Brandão
Cozinha Web
Rede Band Culinária
Mais Você
Azeite
Sabor à Mesa

Em francês
Service Vie
Saveurs Thaïlandaises
Arts Culinaires
Marmiton.Org
Meilleur du Chef
Plats.Net
CuisineAZ
Au Féminin

Em italiano
Cucina Intrage
La Cucina Italiana On Line





ARQUIVOS:




Quarta-feira, Abril 28, 2004

 
Sabedoria popular

Corre por aí que o bom cozinheiro não é só aquele que faz altos pratos, com altos ingredientes, mas aquele que do nada faz o muito. E, de fato, algumas das melhores comidas são algumas das mais simples. Quer apostar? Então vamos lá. Experimente provar um pão quentinho com manteigadeverdade (sim, porque há manteigadementira), ou então rodelas de tomate italiano (doce, doce, doce) regadas com um fio de azeite extra virgem e uma nuvenzinha (bem rala) de sal. Ai meu Deus! Tente também um spaghetti (cozido no ponto certo) ao alho e óleo (veja bem, tudo tem de estar no ponto certo, o alho inclusive). Ou, para os carnívoros, um bife acebolado, na manteiga. Simples assim.

(Nossa, até eu, que não sou uma carnívora convicta, salivei.)

Mas, apostas à parte, queria propor hoje uma receita básica, básica, prosaica até. Trata-se de canja. Uma simples e singela canja da qual eu venho me lembrando insistentemente desde 2ª feira. Explico. Segundona brava, fui à faculdade já super cansada, pois havia acordado às 5h15min da manhã. Ao chegar, descobri que não teria aula. É claro que fiquei feliz pelo tempo subitamente livre, (isto é tão raro em minha vida). Como adoro comer, adoro cozinhar, mas estou sempre às voltas com o Sr. Cronos, diante de sua clemência súbita (olha o que dá conviver com o Sérgio!!!!!!!) aproveitei mais que depressa a oportunidade e minha cabecinha gorda (ela é bem mais gorda do que meu corpo, não duvidem disso) começou na mesma horinha a pensar em COMIDA.

Estava começando a esfriar e meu corpo cansado me propôs uma revigorante canja. Peguei um trânsito danado para ir embora, acima do normal, e, ao chegar no mercadinho perto de casa, o frango havia acabado. Oh desespero supremo!!!!!! Abdiquei da canja e fiquei com uma sopa de pacotinho e milho verde cozido.

Ontem, terça feira, cheguei à facul e descobri que um colega de quem toda a turma gosta muito estava triste, bastante triste. Pensei comigo: ¿Ele devia descansar, tomar uma canjinha bem temperada, com um pouco de pimenta, para reconfortar a alma¿.

É sério, eu acredito MESMO e tenho tido comprovações de que comida é um troço milagroso. Gente, pode não curar todos os casos, mas que ajuda, isso ajuda! Canja, por exemplo. Não a de hospital, insossa, mas uma canja bem feita, bem temperada, cura tristeza, gripe, estômago maltratado, fígado pedindo socorro, dor de cotovelo. É um bálsamo para os corpos fatigados e os corações tristes.

Pensem comigo: uma canja bem feita exigiu que alguém selecionasse todos os ingredientes, lavasse, picasse e/ou ralasse todos eles, depois levasse-os ao fogo para refogarem lentamente, depois acrescentassem água, temperasse e deixasse a poção cozinhar em fogo médio pelo tempo necessário, depois provasse-a para ver se está a contento e só então servisse-a num prato fundo, salpicando-a de queijo ralado na hora (ou não). Tudo feito para você, que está precisando de cuidados. Por isso que canja de mãe sempre funciona! Porque é sempre feita com verdadeira preocupação, atenção. As mães em geral não percebem, mas são quase todas meio bruxinhas, cada uma a seu modo (digo quase porque sei muito bem que há mães que vou lhe contar!). Mesmo que não sejam dadas às panelas, sempre há um doce, ou um prato, ou um chá, ou uma história, ou tudo isso junto. No duro, no duro, só de parir acho que elas já são meio bruxas. E viva as fêmeas!

Mas, voltando à Canja Caprichada e pondo fim ao lero-lero, aí vai a receita. Mas atenção, essa é uma Canja Caprichada, comme il faut. Demanda um pouco de tempo. É claro que dá para simplificar muito o modo de fazer, mas se der, não simplifique e curta o ritual de fazê-la.

Canja Caprichada

Ingredientes:
1 peito de frango com osso e sem pele (claro, porque somos lights, afinal)
2 cebolas médias
1 cenoura média
4 dentes de alho
1 pimenta cambuci média
¼ de pimentão vermelho
3 tomates bem maduros
2 maxixes pequenos (opcional)
1 batata doce média
1 chuchu pequeno
½ xícara de abóbora (qualquer tipo, quanto mais colorida melhor)
1 espiga grande de milho-verde.
½ xíc arroz
¼ xíc vinho (seco, branco ou tinto)
4 colh (sopa) óleo (lights, pero no mucho)
2 folhas de louro
2 cravos da índia
1 amarrado de cebolinha e salsa
1 ramo pequeno de alecrim (ou 1 colher chá das folhinhas)
sal a gosto

Modo de fazer:
Vamos por partes, como dizia Jack.
Lave o peito de frango sob água corrente. Descasque as cebolas e os dentes de alho e corte-os em 4. Coloque o frango em uma panela alta e acrescente aproximadamente 3 litros de água. Acrescente a cebola, o alho, o louro, os cravos da índia, a cebolinha e a salsa e o alecrim. Leve ao fogo alto, tampe a panela, espere ferver, baixe o fogo para médio e deixe cozinhando até a carne estar macia e a cebola e o alho estarem bem molinhos a ponto de poderem ser amassados com um garfo.

Enquanto o caldo cozinha, lave bem os legumes. Rale a cenoura e a abóbora no ralo grosso e reserve. Descasque a batata-doce, o chuchu (se necessário, porque nem todo chuchu precisa ser descascado) e pique-os em cubinhos. Lave os maxixes e raspe-os, para tirar os espinhos, depois pique-os em quatro. Descasque a espiga de milho, lave-a e corte em fatias de mais ou menos 2cm. Tire as peles dos tomates e pique-os em cubos. Pique a pimenta cambuci em pedacinhos muito pequenos e o pimentão em pedaços um pouco maiores.

Quando o caldo estiver pronto, retire o peito de frango, desfie-o e descarte os ossos. Retire o amarrado de cebolinha, as folhas de louro, o cravo da índia e o alecrim e descarte. Retire as cebolas e o alho, amasse bem com o garfo até formar uma papinha. Misture essa papinha novamente ao caldo e reserve-o.

Em uma panela para sopa coloque o óleo, acrescente o frango desfiado e frite até dourar levemente. Acrescente o arroz e frite mais um pouco. Acrescente a pimenta cambuci e o pimentão e refogue mais. Acrescente o milho verde (com espiga, cortado em fatias), a abóbora, a cenoura, a batata doce, o chuchu e o maxixe e refogue mais um pouco (por cerca de 5 minutos), regando, aos poucos, com o vinho (e um pouco do caldo, se necessário).

Acrescente os tomates e refogue até que eles derretam. Acrescente, então, o caldo reservado, tampe a panela de deixe cozinhar, mexendo de vez em quando, até que os legumes estejam cozidos. Fique atento, pois pode ser necessário acrescentar mais água, caso a sopa engrosse muito. Neste caso, acrescente a água e deixe ferver por mais uns 5 minutos, pelo menos. Acerte o sal e sirva polvilhado com queijo ralado na hora.

Ah, não se esqueça de escrever contado o resultado!

Dicas
A espiga do milho serve para dar um gosto prá lá de especial para a sopa. Depois é só comer o milho cozido normalmente.

Os temperos propostos podem variar ao gosto do freguês, é claro. Se a canja for para reconfortar a alma, vale acrescentar um pouco do molho de pimenta vermelha de sua preferência, até ficar levemente ardido, ou trocar a pimenta cambuci por pimenta dedo-de-moça sem as sementinhas (coloque só algumas, a menos que você goste do ardido). Se for para reconfortar um estômago maltratado, tire da receita a pimenta cambuci e o pimentão, que podem ser indigestos para algumas pessoas.






Salivou? Então deixe suas receitas e seus comentários!


Segunda-feira, Abril 26, 2004

 
Pra começar bem a segunda-feira, aí vai uma receitinha que recebi pela newsletter do site Prato Feito. Achei que a idéia de rechear o polpettone com uma pastinha de abóbora deve ficar mucho bão! Ah, e com peito de frango moído também deve ficar show. Mnham, mnham!

POLPETTONE LIGHT
400g de carne moída
1 fatia de pão light sem casca
1 clara
1 cebola
1 dente de alho
Sal
Pimenta do reino

Pasta
300g de abóbora
1 cebola
6 dentes de alho
6 pimentões sem pele picadinhos
Sal
Pimenta do reino a gosto
Molho de tomate
Queijo ralado

Polpetone: Misture bem todos os ingredientes até formar uma pasta. Pasta: Em uma panela seque o alho e a cebola, junte o pimentão, a abóbora, o sal e a pimenta. Cozinhe, mexendo sempre até formar uma pasta homogênea. Reserve. Coloque um pouco de carne em papel filme e abra até atingir a espessura desejada recheie com pasta de pimentão e abóbora. Faça bolas. Coloque numa fôrma untada com um pouco de óleo ou margarina. Leve ao forno médio para assar. Retire do forno, coloque em uma travessa e guarneça com molho de tomate e salpique queijo ralado. Leve ao forno para derreter o queijo.

Obs.: tenho impressão que é muita pasta pra pouca carne. Mas, se sobrar, dá tranqüilamente pra fazer um patezinho, adicionando um pouco de maionese ou requeijão light.




Salivou? Então deixe suas receitas e seus comentários!


Segunda-feira, Abril 19, 2004

 
Pra entrar no clima de outono, uma sopinha bem quentinha! E, em homenagem ao post inspirado do dia 13/04, com shitake na receita!

SOPA DE SHITAKE COM FRANGO
1 peito de frango
200g de shitake fresco
1 cebola pequena
2 dentes de alho amassados
1 sachê (ou cubo) de caldo de galinha
1 colher (sopa) de gengibre fresco picado
4 colheres (sopa) de aveia em flocos
2 colheres (sopa) de shoyu
sal
cebolinha picada

Pique o peito de frango em cubinhos pequenos e tempere com o alho, o gengibre e o shoyu. Deixe curtir por 30 minutos na geladeira.

Refogue o frango e, quando estiver dourado, acrescente a cebola picadinha. Polvilhe com o caldo de galinha e refogue mais um pouco. Acrescente o shitake picado e a aveia e refogue rapidamente. Adicione de 1 a 1,5 litro de água quente. Quando ferver, abaixe o fogo e cozinhe por 20 minutos. Prove o sal e adicione mais se for preciso. Na hora de servir, polvilhe cebolinha picada por cima da sopa já no prato.




Salivou? Então deixe suas receitas e seus comentários!


Sexta-feira, Abril 16, 2004

 
Essa receita veio de uma newsletter do site Sabor à Mesa. Achei muito interessante. E a Márcia falou que dá certo mesmo com leite desnatado de caixinha. Vou provar esse fim de semana!

Ééééééé... Depósito Damasco também ajuda na economia do lar!

RICOTA CASEIRA
Ferva 1 litro de leite e, quando ele subir, desligue o fogo. Acrescente 4 colheres (sopa) de vinagre branco e 4 colheres (sopa) de água filtrada. Mexa bem com uma colher de pau. Deixe coagular por cerca de 6 horas. Despeje a mistura numa peneira fina ou pano e retire o soro que se formou. Esse processo demora um tempo. Aguarde até a ricota chegar à consistência desejada.

Sugestão: tempere com cheiro verde, pimenta e orégano e sirva com torradas, cervejinha etc.




Salivou? Então deixe suas receitas e seus comentários!


Terça-feira, Abril 13, 2004

 
COGUMELO É PLANTA OU É BICHO?
(Depósito Damasco também é curtura!)

Cogumelos são vegetais ou animais? Se você prontamente responder "claro, são vegetais!", está enganado.

Cogumelos não são nem uma coisa, nem outra. Eles ficam entre o reino vegetal e o reino animal, num reino à parte - o dos fungos.

Além dos cogumelos, fazem parte do reino dos fungos os bolores (sabe aquele mofo do pão? Pois é.) e as leveduras. Estas últimas são responsáveis pelo cresimento do pão, pela fermentação do vinho e da cerveja. O gorgonzola e o queijo roquefort têm como característica o fungo que dá sabor, odor e cor azulada. Mas os fungos também causam aquelas micoses de pele horrorosas e outras patologias que nem quero citar aqui nesse blog culinarístico fofinho e limpinho. Ah, e tem a penicilina, que foi descoberta a partir do bolor (fungo!) do pão. Lembram?

Um cogumelo é 90% água. Fora isso, é formado por filamentos, cujas membranas contêm quitina e celulose. Como a quitina não é do reino vegetal, mas um componente da pele dos homens e dos insetos, os cogumelos são considerados um caso à parte na natureza. Na verdade, são fungos que se transformaram em frutos.

Ou seja, shitake e micose são assim ó, tipo irmãozinhos mesmo!!!
Ai, credo! Esse post foi trash-over-metal. Bom, e daí? Eu amo shitake mesmo assim! E você?

Fonte: algumas informações vieram da Revista Superinteressante




Salivou? Então deixe suas receitas e seus comentários!


Quinta-feira, Abril 08, 2004

 
Esse post não tem uma receita. Deixemos temporariamente as panelas de lado. Que tal um pouco de poesia?

O negócio começou assim: o Moreno é um amigo blogueiro nosso. Amigo virtual, nem sabemos como ele é. Aliás, só sabemos que ele é cara muito especial. Um poeta.

Há um tempinho eu pedi a ele que fizesse um poema sobre comida. É, ele faz poemas sob encomenda. Ótimos poemas. E junto com a minha encomenda, ele reuniu outros pedidos de poemas, um sobre solidariedade e outro sobre Brasil com Lula. Misturou tudo num caldeirão poético e aí está o resultado.

Moreno, agradecemos a sua pitada de subjetividade (ou realidade?), lirismo e inspiração. Beijos!


UM REAL

I

passe o pão
passe a carteira
cara no chão
mão na cabeleira

você come gostoso
ele não come e sente
cheiro bom de comida
não é para seu dente

II

hotel de um real
restaurante de um real
lágrima de um real
beijo de um real
saudade de um real
dignidade de um real




Salivou? Então deixe suas receitas e seus comentários!


Terça-feira, Abril 06, 2004

 
Gente
Aí vai uma receitinha especialíssima, por dois motivos: primeiro porque é maravilhosa acompanhando um pãozinho esperto, quentinho, segundo porque é fácil por demais de fazer, é simples, não custa caro e pode ser feita com um ou dois dias de antecedência.

É uma receita italianíssima, legítima. Quem me ensinou foi D. Mirella, minha sogra, italiana tão legítima quanto a receita.
Com vocês, a Peperonata, direto de Turim para São Paulo.

Peperonata
Ingredientes:
- 6 pimentões vermelhos médios
- 8 tomates bem maduros (de preferência tomate italiano, que é mais docinho)
- 1 cebola pequena
- + ou - 3 colheres sopa manjericão picadinho
- sal a gosto
- açúcar, se necessário (pode ser adoçante tipo Tal e Qual)
- 3 colheres sopa azeite

Modo de fazer:
Pique a cebola beeeeeeeem picadinha
Abra os pimentões e retire a parte branca e as sementes; em seguida, lave-os bem. Pique-os em pedaços de mais ou menos 1cm X 2cm.
Leve ao fogo o azeite e a cebola. Refogue até a cebola dourar levemente. Acrescente os pimentões e continue refogando por uns 15 minutos, mais ou menos, mexendo constantemente para não queimar. Se necessário, pingue gotinhas de água. Mantenha em fogo moderado.
Enquanto isso, retire a pele dos tomates e pique-os em pedacinhos pequenos. Quando estiverem picados coloque-os todos na panela, junto com os pimentões. Refogue até que os tomates derretam, mexendo sempre. Só acrescente água se for necessário para não queimar, e o mínimo possível. Refogue, refogue, refogue.
Quando os tomates estiverem bem derretidos, prove a mistura. Deve estar adocicada, mas isso depende de quanto os tomates estavam adocicados. Se não estiver, acrescente o açúcar ou o adoçante (mais ou menos 2 colheres rasas). Coloque também uma colherinha de chá, aproximadamente, de sal. Acrescente o manjericão picado e deixe tomar gosto por mais uns 5 minutos.
Sirva frio, acompanhado de pão ou torradas.

Dica: é uma receita realmente muito fácil, sem muita margem de erro, mas, como tudo na vida, vai sendo aperfeiçoada com a experiência. Você pode controlar a doçura do negócio, colocando mais ou menos açúcar. Na verdade, se você conseguir tomate bem docinho, quase nem precisa colocar açúcar, mas isso é muito raro. É que na Itália alguns tomates são absurdamente doces. Aliás, para quem não sabe, tomate é uma fruta, não um legume. É, Depósito damasco também é curtura!!!!



Salivou? Então deixe suas receitas e seus comentários!


Quinta-feira, Abril 01, 2004

 
Marolo

(fruta citada pela amiga Márcia em Coisas do centro de 25-03-04)

Nativo e presente em todo o cerrado brasileiro. A polpa tem aroma perfumado, sabor forte e muito doce. Por isso, é utilizada para fazer sucos e doces, licores e sorvetes. Amadurece entre fevereiro e abril e, durante esses meses, aparece nas feiras livres e barracas de vendedores na beira das estradas que cortam o Brasil Central. (diz o texto da Unesp de Jaboticabal).

Mas a minha pessoa comeu muito marolo na volta das aulas do grupo Escolar Secretário Tristão da Cunha, quando eu era infanta em Divisa Nova - MG. Depois em Cabo Verde, nos anos 60/70 e ultimamente na feira e mercado de Poços de Caldas. Eu adoro marolo! Sugiro que vocês procurem pelo licor de marolo quando visitarem Poços de Caldas, Monte Verde ou qualquer outra cidade de Minas Gerais ou Goiás.

Abraços

Nilza
e-mail: nilza@escolanet.com.br





Salivou? Então deixe suas receitas e seus comentários!

This page is Powered By Blogger. Isn't yours?