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Receitas publicadas
Novembro de 2004
- Torta de chocolate com laranja
- Torta de chocolate branco com maracujá
- Bolo de frutas canadense
- Chutney de manga
- Bolo de aniversário do Depósito Damasco


Outubro de 2004
- Tabule falso de couve-flor
- Tajine de cordeiro com figos e amêndoas
- Creme de leite alternativo e light


Setembro de 2004
- Baklava
- Frango à bordalesa
- Sorvete de café
- Kulfi (sorvete indiano)
- Sorvete de champagne
- Nuggets de abobrinha


Agosto de 2004
- Salada Oxford
- Mousse de azeitona preta
- Patê de Catupiry com alho e salsa
- Torta capixaba
- Moqueca capixaba
- Abóbora recheada de açúcar
- Berinjela, frango, trigo em grãos
- Manjar branco de frango


Julho de 2004
- Alcachofra
- Gelatina de leite condensado
- Queijadinha de assadeira
- Tarator
- Moussaka búlgara
- Salada Chopska
- Salada Snejanka ou Tzatziki
- Kiopoolu
- Fricassée de frango com pêras e páprica


Junho de 2004
- Frango cremoso com mostarda e cerveja
- Tiramisu de morango e manjericão
- Galinha mourisca
- Creme de cenoura e shitake


Maio de 2004
- Cozido de músculo com grão-de-bico
- Bolo trufado
- Macarrão facinho e show de bola
- Creme de abobrinha superlight
- Waffle
- Pêras ao vinho com calda


Abril de 2004
- Peperonata
- Ricota caseira
- Sopa de shitake com frango
- Polpettone light
- Canja caprichada


Março de 2004
- Especial cuscuz
- Boeuf bourguignon
- Torta de abóbora com frango
- Tarte Tatin
- Especial pães
- Bolo de azeitonas
- Cufe
- Strudel
- Pudim de Mandioca


Fevereiro de 2004
- Tortas salgadas
- Torta invertida de tomates caramelados
- Musse salgada de hortelã
- Pêssegos em calda diet
- Risoto de alho-poró
- Especial risotos
- Pudim de banana
- Salada Waldorf light


Janeiro de 2004
- Musse de cupuaçu
- Figo rami
- Iogurte caseiro light
- Especial massas de crêpes
- Recheios de crêpes


Dezembro de 2003
- Caçonete ao molho de maracujá, cogumelo e azeitona
- Bolo de Natal do Depósito
- Bolo cremoso de milho
- Cuca cremosa
- Pavê de damasco
- Espagueti com kani kama
- Salada de frango defumado
- Molho de gorgonzola
- Berinjela japonesa do Carlos
- Pão caseiro macio e fofinho (recheado)
- Mojito
- Fritada de abóbora


Novembro de 2003
- Crambambali
- Lagarto na cerveja com purê de mandioquinha
- Pão com tomate (receita catalã)
- Cuscuz paulista
- Sanduíche de camembert com presunto tipo Parma
- Farofa com figo e damasco



Textos
O simples milagre da vida, por Dulce Critelli
Coisas do centro
Pão, um pouco de história
Sopas, por Rubem Alves
Sabedoria popular
Cogumelo é planta ou bicho?
Um real, por Moreno
Marolo
História da alimentação I
História da alimentação II
Festins e banquetes da Idade Média
Gastronomia búlgara
Comer corretamente, por Giuliano Hazan
A mesa ao redor do mundo
Dia do sorvete
A gula
Slow food
A alimentação no imaginário medieval


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Segunda-feira, Novembro 29, 2004


Sábado foi aniversário de um aninho de nosso querido Depósito de Receitas Damasco. Depois de um ano de muita salivação e sabores gostosos, estamos aqui firmes e fortes e pretendemos aguçar cada dia mais paladares e apetites Brasil afora.

Um brinde! Um viva! Hip hip urra!

E, para homenagear nosso bebê, postamos aqui uma receita especialmente preparada com o doce sabor do chocolate e com damasco, a fruta que dá nome ao blog que vos fala.

BOLO DE ANIVERSÁRIO DO DEPÓSITO DAMASCO

Ingredientes
Massa

4 ovos
3 xícaras de farinha trigo
2 xícaras de açúcar mascavo
1 xícara de chocolate em pó (ou cacau um pó)
2/3 xícara de azeite
1 colher (chá) de pimenta da jamaica moída
1 xícara de água fervendo
1 pitada de sal
2 colheres (sopa) fermento em pó químico

Recheio
1 lata de leite condensado
2 latas de leite
3 colheres (sopa) de maisena (previamente dissolvida no leite)
1 pitada noz-moscada ralada
1 xícara de damascos secos (reserve 2 ou 3 para enfeitar)
1 baga de cardamomo aberta

Calda
½ xícara de leite condensado
2/3 xícara de leite

Cobertura
1 lata de leite condensado
250g de chocolate ao leite em barra, picado grosseiramente
1 lata de creme leite sem soro (não use o light)
1 pitada de pimenta do reino

Modo de fazer
Massa
Bata as claras em neve e reserve. Dissolva o mascavo na água fervente (se precisar, leve ao fogo até dissolver). Bata as gemas com o chocolate em pó e vá acrescentando, intercaladamente, a farinha e a água na qual você dissolveu o mascavo. Depois que tiver acrescentado toda a farinha, coloque o sal, o azeite e a pimenta da jamaica. Bata até misturar bem o azeite. Acrescente o fermento e misture bem. Por fim, incorpore as claras em neve, mexendo delicadamente. Asse em fôrma redonda, untada com azeite e com o fundo forrado de papel manteiga. Desenforme depois de frio e corte ao meio. Vire a parte de baixo e retire o papel manteiga (bolo ficará lisinho).

Recheio
Pique os damascos e coloque-os de molho, previamente, em uma xícara de água fervendo, até amolecerem. Escorra os damascos e reserve-os. Misture o leite condensado, o leite e a maizena previamente dissolvida. Acrescente a baga de cardamomo aberta e leve ao fogo médio, mexendo sempre até engrossar. Quando tiver engrossado, acrescente os damascos e a nos moscada moída na hora. Espere esfriar.

Calda
Misture o leite condensado e o leite e aqueça (empregue quente).

Cobertura
Leve ao fogo médio o leite condensado e o chocolate picado, mexendo sempre até derreter. Cozinhe até começar a desprender do fundo da panela. Espere amornar e misture o creme de leite sem soro. Use raspas de chocolate e pedacinhos de damasco (sem hidratar) para enfeitar

Montagem
Coloque a parte superior do bolo em uma bandeja de servir, com a parte cortada para cima. Regue com a calda para ficar bem molhadinho. Coloque o recheio já frio e sobre ele a parte de baixo do bolo, com o lado que tinha o papel manteiga par cima. Fure cuidadosamente com um garfo e regue com mais calda. Com uma faca, alise as laterais do bolo, para que o recheio fique aparente, mas bem regular, pois a cobertura não será espalhada com espátula nas laterais. Jogue metade da cobertura sobre o bolo, deixando que escorra pelas laterais (se precisar, espalhe com uma espátula somente na parte de cima do bolo). Leve o bolo à geladeira até que a cobertura fique mais firme. Retire da geladeira e jogue o restante da cobertura. A idéia é que a cobertura não cubra completamente as laterais do bolo, mas fique com a aparência de escorrida. Enfeite com raspas de chocolate e pedacinhos de damasco bem picadinhos.




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Quinta-feira, Novembro 25, 2004


Receitinha testada, aprovada e rapidamente devorada.

CHUTNEY DE MANGA



3 mangas ligeiramente verde picadas
2 maçãs sem casca e sem sementes picadas
1 pimenta dedo de moça sem semente bem picada
½ xícara de açúcar mascavo
1 cebola pequena bem picada
1 dente de alho amassado
½ xícara de uva passa branca
3 colheres (sopa) de vinagre branco
1 colher (sopa) de gengibre picado
3 colheres (sopa) de suco de limão
1 rama de canela em pau
1 colher (chá) de cravo
1 colher (chá) de cúrcuma
2 bagas de cardamomo amassadas
sal a gosto

Misture os ingredientes em uma panela funda e cozinhe em fogo alto. Quando ferver, aguarde três minutos e depois abaixe o fogo, cozinhando o chutney até chegar ao ponto.

Receita adaptada da original do site Cyber Cook.




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Terça-feira, Novembro 23, 2004


A ALIMENTAÇÃO NO IMAGINÁRIO MEDIEVAL

O imaginário e os alimentos
Além das proibições religiosas, há alimentos que a Idade Média não consome habitualmente. Um diálogo escrito por um professor de Bruges, para ensinar francês a pequenos flamengos, dá uma longuíssima lista desses alimentos, na qual se encontram lobos, raposas e gambás, elefantes, gatos, macacos, asnos e cachorros, sem contar as águias, os gaviões, os falcões e outras aves de rapina, e até mesmo os hipotéticos grifos! Todos os alimentos consumíveis, no entanto, não têm o mesmo valor. Alguns se remetem a comportamentos julgados bárbaros. Muitos parecem rústicos demais para a mesa dos grandes, que preferem o sabor das especiarias, evocando os mistérios do Oriente.

O cru e o cozido
Os povos bizarros e selvagens que vivem à Oriente do mundo cristão são vistos pelos enciclopedistas como comedores ferozes "que se alimentam de carne humana ou de animais crus", escreve Honorius Augustodunensis no século XII. Na Índia, ainda segundo ele, certas pessoas cozinham assim seus pais idosos, enquanto outros "comem os peixes crus de verdade e bebem água salgada do mar". Cru também é a dieta dos cavaleiros que se tornaram loucos e foram entregues à própria sorte na floresta que, assim como o Oriente, é um depósito de fantasmas e de medos para a Idade Média.

A carne e a boa refeição
A carne é abundante nas mesas dos séculos XIV e XV. Consideram-na como a fonte de toda a força e também de todo o mal. É o alimento de referência para os senhores feudais, que reservam a si, em proporções cada vez maiores, o resultado da caça, e que consomem muitos animais de matadouro ou de galinheiro. Mas, aos olhos dos teólogos, a carne pode acalorar o començal e assim conduzi-lo à luxúria. "A carne é alimentada de carnes", já declarava um bispo da Alta Idade Média.

A hierarquia dos seres
Em um universo que os filósofos concebem como ordenado verticalmente, os aliments são hierarquizados conforme sua maior ou menor proximidade a Deus. No topo dessa escala de valores figuram os pássaros, que se movem no ar, o mais elevado dos quatro elementos. Na escala mais baixa encontram-se as plantas que vêm da terra. Ainda é necessário distinguir bem as que crescem de um caule, como as couves e as ervilhas, daquelas que partem da raiz (espinafre, verduras). As próprias raízes, como cenouras e beterrabas, vêm somente em seguida, já que saem da terra, assim como os bulbos ¿ cebola, alho-poró e alho ¿, que são de longe os alimentos mais desprezados. Essa hierarquia se verifica na contagem de alimentos e é justiificada pelos médicos. As elites consomem, assim, muitas aves e também frutas que crescem sobre as alturas das árvores e convêm perfeitamente às classes elevadas da sociedade. Em compensação, elas se abstêm quase que completamente de legumes, reservados aos camponeses. Para os casos delicados, como o morango e o melão, os médicos recomendam a maior prudência.

As especiarias paradisíacas
Na Idade Média, acredita-se que todas as especiarias são originárias do Oriente ou da Índia, regiões consideradas próximas do paraíso terrestre. Juntamente com os animais exóticos, os monstros antropomórficos e as pedras preciosas, as especiarias fazem parte das ¿maravilhas" da Índia. São os quatro rios nascidos no Jardim do Éden que as levam aos portos de comércio; por exemplo, até Alexandria, como explica Joinville, o companheiro de São Luís por ocasião da Sétima Cruzada:

"Antes que o rio entre no Egito, as pessoas que têm esse hábito jogam suas bolsas abertas no rio, à noite, e, quando chega a manhã, nelas encontram essas mercadorias vendidas a peso e para cá trazidas, isto é, gengibre, ruibarbo, madeira de aloé e canela. E diz-se que essas coisas vêm do paraíso terrestre, onde o vento as faz cair das árvores, do mesmo modo que faz cair o galho seco nas florestas de nossas regiões."

Colheitas fantásticas
Bartolomeu, o Inglês, imagina que é necessário buscar a canela no ninho da Fênix, pássaro extraordinário que renasce de suas próprias cinzas e simboliza a imortalidade. Quanto às plantações de pimenta-do-reino, diz-se que elas são guardadas por serpentes, as quais não se pode afastar sem tocar fogo nas árvores, o que dá à pimenta ¿sua cor escura e negra, porque por natureza, ela é branca¿. Isso parece justificar os preços elevados praticados pelos vendedores de especiarias. Os que podiam pagar deviam se sentir felizes, assim, por se beneficiarem de um tira-gosto do paraíso.


Fonte: Exposição virtual sobre gastronomia medieval da Biblioteca Nacional da França. Visite!




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Segunda-feira, Novembro 22, 2004


O Natal tá logo aí e já começam a pulular as receitas típicas da época. Esta eu encontrei num site canadense e achei bem interessante. Como não vai muito bicarbonato, acredito que fique parecido com um pudim. Não sai muito barato, mas rende 2 bolos. E, pelo resultado da foto, parece bem tentador!


BOLO DE FRUTAS CANADENSE
Rendimento: 2 bolos

2 xícaras de uvas passas
1 xícara de coco ralado
1 xícara de tâmaras sem caroço, cortadas na metade
900 g frutas cristalizadas
3 colheres (sopa) de suco de laranja (45 ml)
¾ xícara de morango em calda, escorrido
3 colheres (sopa) de licor de laranja (45 ml)
2 ⅔ xícaras de farinha de trigo
¼ colher (chá) de bicarbonato de sódio
1 colher (chá) de canela
1 colher (chá) de pimenta-da-jamaica
¼ colher (chá) de noz-moscada ralada
⅔ xícara de manteiga
⅔ xícara de açúcar mascavo
5 ovos
⅓ xícara de melado de cana (85 ml)
2 xícaras de castanhas a gosto (noz, castanha-do-pará, castanha de caju, amêndoa etc.)

Na véspera, misture as frutas, o coco e as castanhas. Acrescente o suco de laranja, a geléia de morango e o licor de laranja. Deixe macerar durante uma noite. No dia seguinte, polvilhe ¼ de xícara de farinha sobre as frutas, misture e reserve. Misture os ingredientes secos (farinha, bicarbonato, especiarias) e reserve. Faça a massa: na batedeira, bata a manteiga com o açúcar mascavo até ficar um creme leve. Junte os ovos, um de cada vez, batendo sempre. Junte o melado e continue batendo. Com velocidade lenta, acrescente os ingredientes secos. Pare de bater e incorpore as frutas, delicadamente, com a ajuda de uma colher de pau. Despeje a mistura em fôrma untada. Em banho-maria, asse em forno baixo (135ºC) por cerca de 2 horas, dependendo do forno. Retire do banho-maria e continue a assar, observando bem pra não passar do ponto. Faça o teste enfiando um palito e, se este sair seco, está pronto.




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Quarta-feira, Novembro 10, 2004


Duas receitas de tortas maravilhosamente gostosas.

Massa básica
200g de bolacha maisena moída (liquidificador ou processador)
100g de manteiga sem sal gelada e picada
1 colher (sopa) de açúcar de confeiteiro
1 colher (chá) de chocolate em pó

Numa tigela amasse todos os ingredientes com as mãos até obter uma farofa úmida (ao apertá-la entre os dedos, obtém-se uma liga firme). Forme uma fôrma de fundo ou aro removível com 25cm de diâmetro. Comece apertando pelas laterais e remova o excesso. Cubra o fundo da fôrma e alise para uniformizar a espessura. Aperte a massa com firmeza, do centro para as bordas. Asse em forno médio pré-aquecido (180ºC) por 12 minutos. Cuidado, pois a massa queima facilmente. Retire do forno e só recheie depois de fria.


TARTE AU CHOCOLAT (Torta de chocolate com laranja)
4 gemas passadas pela peneira
½ xícara de açúcar de confeiteiro
250g de chocolate cobertura ao leite picado
250g de chocolate meio amargo picado
1 lata de creme de leite com soro
1 colher (chá) de essência de baunilha
2 colheres (sopa) de licor Curaçao
1 colher (sobremesa) de raspas de laranja
1 colher (sobremesa) rasa de gelatina branca sem sabor hidratada em 3 colheres (sopa) de água fria
4 claras batidas em neve

Bata na batedeira as gemas e o açúcar até ficar esbranquiçado. Reserve. Derreta os chocolates com o creme de leite. Junte a essência, o licor, as raspas e deixe esfriar. Junte o creme de gemas, a gelatina quente dissolvida em banho-maria e, por último, as claras, misturando com cuidado. Coloque dentro da massa assada e fria. Leve à geladeira até o dia seguinte.


TORTA DE CHOCOLATE BRANCO COM MARACUJÁ
Recheio
300g de chocolate branco bem picado ou ralado
1 lata de creme de leite com soro
3 claras
¾ de xícara de suco de maracujá concentrado
1 colher (sobremesa) rasa de gelatina branca sem sabor hidratada em 3 colheres (sopa) de água fria
2 colheres (sopa) açúcar de confeiteiro

Cobertura de maracujá
½ xícara de água
¼ xícara de suco de maracujá concentrado
1/2 xícara de açúcar
1 colher (sopa) rasa de amido de milho

Derreta o chocolate com o creme de leite em banho-maria. Desligue o fogo, acrescente o suco de maracujá aos poucos, mexendo. Deixe esfriar e reserve. À parte, bata as claras em neve, junte o açúcar de confeiteiro e continue batendo até formar um suspiro. Reserve. Dissolva em banho-maria a gelatina hidratada. Junte o creme de maracujá e chocolate ao suspiro, misturando com cuidado. Por último, acrescente a gelatina dissolvida e quente, mexendo rapidamente. Despeja a mistura na massa assada e fria. Leve à geladeira por 6 horas.

Prepare a cobertura de maracujá: leve tudo ao fogo até engrossar. Empregue depois de fria.




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