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Terça-feira, Maio 31, 2005


SIMPLESMENTE MARTHA (Mostly Martha)

Sinopse: Martha (Martina Gedeck), com seu modo charmoso e obsessivo, cria verdadeiras obras de arte cozinhando num pequeno restaurante em Hamburgo, Alemanha. Apesar disso, seu cotidiano é monótono. Martha é muito introvertida e praticamente não possui vida própria, dedicando-se totalmente ao trabalho. Tudo isso muda quando sua irmã morre em um acidente, fazendo com que ela tenha de cuidar de Lina (Maxine Foerste), sua sobrinha de oito anos. É quando aparece Mario (Sergio Castellito), um extrovertido cozinheiro italiano que consegue trazer um pouco de alegria para as duas. No momento em que Martha e Mario começam um romance, o pai de Lina, que há muito tempo estava desaparecido, surge querendo levá-la para a Itália.
Fonte: AdoroCinema.com

Meus comentários: o filme se passa praticamente todo na cozinha do restaurante onde Martha trabalha, o que faz com que a gente possa ter uma visão legal do cotidiano de um chef. Até que ponto esse cotidiano é idealizado e organizado demais (todo mundo é alemão, com exceção do italiano!), eu não sei, mas é bacana mesmo assim. Além disso, a história é beeeeeem basiquinha, meio água com açúcar, ideal pra ver num domingão chuvoso. Ah, e o italiano rouba a cena, lógico!

Atenção: se você está de dieta, não assista. Já na metade do filme você estará com fome. No fim, devorará qualquer coisa que encontrar na frente. Se for uma bela macarronada, então... mamma mia!




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Segunda-feira, Maio 30, 2005


Recebi por e-mail esta receita do site Recettes du Québec e, apesar de não ter provado, achei bem legal.

BOLO DE SALADA DE FRUTAS
2 ovos
1 ½ xícara de açúcar mascavo
2 xícaras de farinha de trigo
2 colheres (chá) de bicarbonato de sódio
½ colher (chá) de sal
600g de salada de frutas em lata (com a calda)

Preaqueça o forno a 180°C. Numa vasilha, misture o açúcar, a farinha, o bicarbonato e o sal. Incorpore os ovos e a salada de frutas. Mexa rapidamente. Asse em fôrma untada e enfarinhada, em forno médio, até que, enfiando um palito, este saia limpo.




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Terça-feira, Maio 24, 2005


LISTINHAS SÃO DIVERTIDAS!!!
Parte V - Tiquinho, do Cartografia


Bom: Paçoquinha de amendoim (aquela xexelentinha de buteco pé sujo, depois de mandar umas dez, pinta uma vontade escrota de chamar o juca mas tá dominado, é um rango fidedigno)
Muito bom: pão de queijo e torta de espinafre
Ótimo: Piiiiiiizzzzzza
Irresistível: Não consigo resistir a bolos xexelentérrimos de aniversário
Compulsivo: leite condensado (sou noiado nessa porra)
Sei que não presta, mas amo: Patelzão da Viçosa (OBS: tradicional pastelaria de Brasília, o mais xexelento do universo mundo cão)
Até tenho vontade, mas não tenho coragem: não sei dizer, só posso afirmar que se contém carne, estou fora.
A pior coisa que já comi: carnes
Cai bem a qualquer hora: pizza (é ótimo antes, durante e após as refeições)
Até como, mas não gosto muito: salsa
Não suporto: leite quente
Na minha cozinha, nem pensar: carnes
Faço, gosto, mas tenho nojo de preparar: leite de soja (dá um trabalhão do caralho e o cheirinho não é dos melhores)
Aprendi a gostar de: jiló
Eu amo, mas muita gente odeia: derivados de soja
O mais fácil de fazer: suco e ovo cozido
O mais difícil de fazer: uma roscona cavernolesca que eu faço (tem que fazer a porra da massa, esperar crescer, fazer quinze anos, debutar, dançar a porcaria da valsa e finalmente ir pro forno)
O mais prazeroso de fazer: tutuzão
O prato mais bonito que já fiz: proteína de soja com shoyu, queijos e outras helpmingações malignermáticas. Quero fazer um dia: uma pizza gigante e convidar a Lara e demais amigos blogueiros pra comermos feito anormais a ponto da internação por glutonice e pantcheronite agudíssissimos
Ingrediente básico: queijo
Ingrediente insubstituível: queijo (porra, não fóde, como mineiro sou viciado nessa guloseima dos deuses) além é claro da tradicional cebola.
Gostaria de provar, mas tá difícil: a genuína pizza italiana (lá na Itália é claro, acompanhado de um tradicionalíssimo sucão de uva e de uma italianinha estilo Sophia Loren, equipada com lábios carnudérrimos, cinturinha of the pilon, sorrizão 177 dentes marfinescos paralizante... uufffaaa ó nóis usufruindo...)
A(s) melhor(es) bebida(s): água e sucos
Lembra a infância: um docinho repulsivérrimo de abóbora que eu destruía aos milhares no colégio (me lembro que já na universidade, num camelozão xexelex que vendia uns rangos duvidosonauticos, eu encontrei esse mesmo doce, peeennnnnnse num sujeito que comeu docinho até o proprietário da birosca pensar que eu fosse um anormal recém saído de um cativeiro)
Comi tanto que enjoei: soja com brócolis
Salivo só de imaginar: Tudo quanto é rango que engorda, entope as veias, fode com o coração, estufa o bucho: todo tipo de pudim, doce, brigadeiros, docinhos de festa, chocolate, pizza... apesar de vegetariano eu adoro essas porras (procuro evitar mas adoro).
Minha especialidade: rangos vegetebas experimentais and exóticos
Tempero básico: alho e sal
Tempero mágico: shoyo
Sabor mais exótico que já provei: doce de feijão, não gosto nem de lembrar, a parada me deu um revertério nas tripas e demais órgãos internos que pensei que fosse morrer, meu aparelho digestivo e excretor até hoje fala em me processar por tal façanha, estou pagando indenização em forma de rangos txuguevizantes.
O cheiro é melhor que o gosto: aquelas torradas com orégano
O melhor perfume: pizza assando
Filme legal relacionado à comida: Faça a coisa certa (tinha uma pizzaria sinistrermável)


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Segunda-feira, Maio 23, 2005


RETRATO DE UMA SOCIEDADE DE CONSUMO PREDATÓRIO
Este artigo foi publicado na Revista da Folha de 22/05/05. Não costumo publicar textos tão grandes, nem gosto muito de copiar essas coisas, mas foi impressionante e irresistível. E eu não perderia a oportunidade de mostrar um retrato de uma sociedade que a cada dia caminha para a morte pelo seu próprio veneno - o consumo excessivo, predatório e devorador de tudo o que encontra pela frente, de hambúrgueres a países supostamente ameaçadores. Que Deus tenha piedade de todos eles.


Obesos, sim, com orgulho
por Sérgio Dávila

Não, eles não estão gordos, não, eles não estão acabando com o petróleo do planeta (e com a camada de ozônio, de quebra), não, eles não têm uma política externa de fazer corar Gêngis Khan. Os norte-americanos entraram no modo que eles mesmo chamam de "state of denial" (estado de negação) - o ditado completo em inglês, aliás, faz trocadilho intraduzível com a palavra "denial", negação, e a frase "the Nile", o rio egípcio, ambas com a mesma sonoridade: "They are in state of denial, and this is not a place in Egypt".

A última é a virada comercial do Burger King. A cadeia de hambúrgueres número dois dos Estados Unidos corria o risco de perder o lugar para a Wendy's e estava cada vez mais longe da primeira colocada, a McDonald's, que refez toda sua estratégia empresarial ao acabar com os "supersizes" e oferecer mais opções "saudáveis". Teve dez presidentes nos últimos 14 anos. Finalmente a Burger King contratou para o comando um triatleta, Greg Brenneman, que optou pelo caminho mais simples: dêem o que eles querem. E eles querem comer. Muito.

Assim, toda a campanha da rede de fast food passou a ser baseada nessa premissa. Um dos primeiros novos produtos foi o Enormous Omelet Sandwich (sanduíche enorme de omelete), um tijolaço com duas omeletes, queijo derretido, três tiras de bacon e uma lingüiça, tudo abraçado por duas fatias de pão e sem molho especial. Vendido no café da manhã, tem 760 calorias, mais de um terço do que um ser humano adulto deve consumir diariamente. Com um copo de refrigerante, passa das mil. Foi um sucesso de vendas. E, por ser o número dois, diz Brenneman, o Burger King não sofre tanta pressão dos que ele chama de "nazistas da nutrição".

Pois os nazistas da nutrição estão perdendo a batalha. Há duas semanas, o "New York Times" publicou o resultado de um estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças que sugere que os mais gordinhos são mais longevos do que os magros. Era a justificativa que faltava para uma multidão que procura uma desculpa para não se alimentar saudavelmente. São 65% dos adultos, entre obesos e acima do peso, uma porcentagem que caracteriza uma "epidemia", segundo declarou o equivalente local do Ministério da Saúde.

Desde então, os jornais passaram a trazer anúncios de página inteira de um certo Center for Consumer Freedom, ou centro pela liberdade do consumidor, com frases como "Obesidade? Não é 'Epidemia', 'Problema', 'Ameaça'. É apenas uma 'Tendência' (falar mal dela)". Um dos analistas da ONG, na verdade um escritório bancado pela bilionária indústria da fast food, deu entrevistas dizendo que a "chamada epidemia de obesidade na verdade é um boato plantado pelo governo federal".

Enquanto isso, o horário nobre televisivo é dominado pela santíssima trindade dos anunciantes: carro, comida e remédio. Sábios em sua simplicidade, os publicitários decifraram o sentido do "american way of life" antes e mais rápido do que muitos estudos acadêmicos. É assim: você vê TV espalhado no sofá, fica com fome, pega seu carrão que faz 3 litros por quilômetro e foi construído supostamente para "andar na terra" (embora a maioria das estradas seja asfaltada e a maioria dos veículos seja dirigida por mamães obesas), se entope com a omelete dupla, dá uma paradinha na farmácia no caminho de volta e compra um antiácido e um laxante.

E assim caminha o império.




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Sexta-feira, Maio 20, 2005


LISTINHAS SÃO DIVERTIDAS!!!
Parte IV - Jehsse Muhammad, do Cartografia


Bom: pão de queijo, ambrosia
Muito bom: camarão, purê de batata
Ótimo: strogonoff, lasanha molho branco
Irresistível: feijão tropeiro, bolo de chocolate
Compulsivo: leite condensado, vitamina de açaí
Sei que não presta, mas amo: leite condensado
Até tenho vontade, mas não tenho coragem: escargot
A pior coisa que já comi: rabada
Cai bem a qualquer hora: café
Até como, mas não gosto muito: galinhada mineira (com açafrão)
Não suporto: cará, abobrinha
Na minha cozinha, nem pensar: mostarda
Faço, gosto, mas tenho nojo de preparar: não cozinho porra nenhuma
Aprendi a gostar de: saladas
Eu amo, mas muita gente odeia: bife de fígado
O mais fácil de fazer: pipoca
O mais difícil de fazer: pipoca doce
O mais prazeroso de fazer: sexo
O prato mais bonito que já fiz: macarrão com molho branco
Quero fazer um dia: pizza
Ingrediente básico: sal, açúcar
Ingrediente insubstituível: orégano
Gostaria de provar, mas tá difícil: lagosta, caviar
A(s) melhor(es) bebida(s): café, vodca
Lembra a infância: brevidade
Comi tanto que enjoei: miojo
Salivo só de imaginar: arroz doce
Minha especialidade: não cozinho porra nenhuma
Tempero básico: sal?
Tempero mágico: orégano
Sabor mais exótico que já provei: jaca
O cheiro é melhor que o gosto: bala de anis
O melhor perfume: orégano
Filme legal relacionado à comida: Hannibal


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Quinta-feira, Maio 19, 2005


ALGUMAS RECEITAS DOCES DA PROVENCE



A Beth Pinheiro passou por aqui e perguntou se não tínhamos alguma receita doce, tipo torta, que fosse típica da região da Provence, na França.

Encontrei uma receita na Internet, no ótimo site Marmiton, e aproveitei para postar mais algumas que achei interessantes. Ainda não tive tempo de procurar nos livros lá de casa, que eu sei que também têm algumas receitas. Por enquanto, deixo estas três, mas logo vou publicar mais.

Beth, há características comuns às sobremesas da Provence, que são a água de flor de laranjeira, a lavanda (em forma de mel ou chá) e as frutas cítricas. Você pode usar esses perfumes para dar um toque provençal às suas receitas.

Bom, enquanto não publico as outras, divirta(m)-se com estas!


TORTA DE MAÇÃS DA PROVENCE
250g de farinha de trigo
3 ovos
2 colheres (sopa) de açúcar
1 pitada de sal
2 sachês de açúcar baunilha*
2 colheres (sopa) de água de flor de laranjeira
4 maçãs grandes
3 pitadas de canela em pó

Misture no processador a farinha, o açúcar, o azeite, 1 colher (sopa) de água de flor de laranjeira e o sal. Junte os ovos um a um. Pare de processar assim que a massa se tornar uma bola compacta. Enfarinhe, embale num filme plástico e leve à geladeira por 12 horas.

15 minutos antes de abrir a massa, descasque e tire as sementes das maçãs. Corte em fatias finas. Unte uma fôrma com azeite e ajeite a massa aberta. Por cima, arrume as fatias de maçã. Regue com 1 colher (sopa) de água de flor de laranjeira. Salpique com a canela e o açúcar baunilha. Asse em forno médio até que as bordas da massa estejam douradas.

*Existe da marca Oetker, mas não sei se é fácil de achar. Já vi no Carrefour. Em todo caso, 1 sachê equivale a mais ou menos 1 colher (sopa) de açúcar + ½ colher (chá) de essência de baunilha.

Obs.: em geral, as receitas francesas costumam ser menos doces que as nossas. Siga sua intuição e acrescente um pouco mais de açúcar se achar necessário.


FOUGASSE
500g de farinha de trigo
150g de açúcar
100g de manteiga
1 pitada de sal
3 ovos
1 copo de leite
15g de fermento biológico fresco
1 colher (café) de água de flor de laranjeira

Na véspera, dissolva o fermento no leite. Misture todos os outros ingredientes. Faça uma massa leve e lisa. Sove bastante. Deixe repousar numa vasilha coberta com um pano por 12 horas (faça de um dia para o outro). Passado esse tempo, abra a massa numa fôrma untada com manteiga e faça cortes como na foto. Deixe descansar 30 minutos. Asse em forno médio-baixo preaquecido (160 a 180ºC) por 50 a 60 minutos. Quando estiver pronta, pincele ainda quente com uma clara de ovo misturada com um pouco de água de flor de laranjeira e salpique imediatamente açúcar cristal. Deixe esfriar.

Dica: pode-se misturar frutas cristalizadas à massa, ainda antes de deixá-la fermentar.


BRASSADEAUX DA PROVENCE
1kg de farinha de trigo
300g de açúcar
6 ovos
125g de manteiga
40g de fermento biológico fresco
4 colheres (sopa) de água de flor de laranjeira
1 colher (sopa) de rum
raspas de 1 laranja
raspas de 1 limão
sal

Sobre uma superfície, disponha a farinha em forma de vulcão. No centro, ponha o açúcar, os ovos, 100g da manteiga amolecida, o fermento, as raspas de limão e de laranja e uma pitada de sal. Misture bem tudo até ficar homogêneo. Junte a água de flor de laranjeira e o rum. Sove bastante, até que a massa fique macia e lisa. Faça uma bola e deixe descansar numa vasilha coberta por um pano, de preferência em lugar abrigado (dentro do forno desligado ou do armário, por exemplo), durante 3 horas.

Passado esse tempo, divida a massa e faça bolas do tamanho de uma laranja. Sobre uma superfície enfarinhada, role cada bola até formar um bastão (não muito comprido) e una as pontas de modo que fique uma argola.

À parte, numa panela grande, ferva água. Com a água fervendo, jogue aos poucos as argolas de massa e retire com uma escumadeira assim que subirem à superfície. Deixe secar sobre um guardanapo por várias horas.

Unte uma fôrma com a manteiga restante, ajeite as argolas e leve ao forno médio por cerca de 15 minutos, até que sequem e dourem. Deixe esfriar e conserve numa vasilha hermética.




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Quarta-feira, Maio 18, 2005


NOVIDADE BEM LIGHT

A Hellmann's lançou a nova maionese 0% de colesterol. Tá e daí? E daí que ela, além de ser mais saudável por motivos óbvios (não leva gemas de ovos, logo, não tem colesterol), é muito menos calórica que a maionese light! Olha só:

Maionese Hellmann's Light - 45 kcal (15g)
Maionese Hellmann's 0% de Colesterol - 15 kcal (12g)


E o gosto? Digo que provei e que não deixa nada a desejar à maionese comum. Bom, fica aí a dica para aqueles que buscam saúde e economia de calorias!

E, pra terminar, uma receita do site da Hellmann's, especialmente elaborada com a nova maionese.


SALMÃO AO MOLHO DE ERVAS
2 postas de salmão (cerca de 600 g)
½ colher (chá) de sal
1 colher (sopa) de azeite
½ xícara (chá) de maionese Hellmann's 0% de colesterol
2 colheres (sopa) de leite
2 colheres (chá) de salsinha picada
2 colheres (chá) de cebolinha verde picada
1 colher (chá) de tomilho

1- Em uma vasilha, tempere o salmão com o sal e deixe tomar gosto por 5 minutos.
2- Em uma frigideira grande, aqueça o azeite em fogo médio e frite as postas de salmão, virando para que dourem dos dois lados (aproximadamente 6 minutos de cada lado). Retire da frigideira e reserve em local aquecido.
3- Na mesma frigideira, junte a maionese, o leite, a salsinha, a cebolinha e o tomilho. Retire do fogo e misture até obter um molho homogêneo.
4- Regue as postas com o molho de ervas e sirva acompanhado dos legumes no vapor.




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Quarta-feira, Maio 11, 2005


PAVÊ DE LARANJA E CAFÉ DA WHISPER

400g de bolacha champanhe
250ml de creme de leite fresco
açúcar a gosto
1 lata de leite condensado
sumo de 3 laranjas
4 colheres (chá) de café solúvel

Esprema as laranjas e reserve o sumo. Bata o creme de leite com um pouco de açúcar (a quantidade depende do gosto de cada um) até virar chantilly e reserve na geladeira. Arranje um prato retangular e molhe algumas bolachas no sumo e coloque em fila bem juntinhos. Espalhe um pouco do chantilly sobre essa camada. Repita as camadas, intercalando as bolachas e o chantilly. Reserve um pouquinho do chantilly para pôr sobre a última camada. Misture o leite condensado com o café solúvel até dissolver completamente e ponha sobre o pavê. Leve à geladeira por pelo menos 4 horas antes de servir. Sugestão: na hora de servir, polvilhe com um pouco de chocolate em pó ou com raspas de chocolate branco.




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Terça-feira, Maio 10, 2005


LISTINHAS SÃO DIVERTIDAS!!!
Parte III - Erika


Bom: batata, panqueca, wafle
Muito bom: queijinhos (amo gorgonzola
e brie)
Ótimo: bife, batata frita, arroz, farofa,
vinagrete
Irresistível: leite
Compulsivo: maçã seca
Sei que não presta, mas amo: torresmo, carne de porco e pão de queijo
Até tenho vontade, mas não tenho coragem: sanduíche de pernil e doces (principalmente cheese cake)
A pior coisa que já comi: um peixe assado (tava bom até eu descobrir que não haviam limpado os miúdos!)
Cai bem a qualquer hora: frutas
Até como, mas não gosto muito: frango
Não suporto: miúdos, leite e queijo de cabra
Na minha cozinha, nem pensar: miúdos
Faço, gosto, mas tenho nojo de preparar: peixe
Aprendi a gostar de: tofu e arroz integral
Eu amo, mas muita gente odeia: cebola crua, coentro, jiló e quiabo
O mais fácil de fazer: omelete
O mais difícil de fazer: pães
O mais prazeroso de fazer: pudim
O prato mais bonito que já fiz: costela de porco (igual a do Outback)
Quero fazer um dia: cuscuz marroquino (com tudo que tem direito) e massa caseira
Ingrediente básico: azeite
Ingrediente insubstituível: manteiga (apesar de ter riscado do cardápio)
Gostaria de provar, mas tá difícil: a comida do Jamie Oliver
A(s) melhor(es) bebida(s): vinho, malzebier, suco de uva e mate (adoro)
Lembra a infância: pastel cata-vento, maçã cozida na gelatina, hortelã e jabuticaba
Comi tanto que enjoei: couve flor, frango, comida japonesa
Salivo só de imaginar: salmão defumado
Minha especialidade: bobó de camarão
Tempero básico: pimenta (muita e sempre!)
Tempero mágico: curry, açafrão, capim limão
Sabor mais exótico que já provei: doce de arroz e feijão
O cheiro é melhor que o gosto: água de rosas
Filme legal relacionado à comida: Festa de Babete (acho que é isso!)


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Segunda-feira, Maio 09, 2005


Eu não disse que estava aprendendo a gostar de pêras?
Aí vai uma receitinha fácil, fácil, fácil, dá para fazer em 10 minutos e fica uma delícia.

Pêras com especiarias

Ingredientes
3 pêras maduras
5 colh de sopa de açúcar
1 xíc de água
1 baga de cardamomo
1 pitada de noz moscada
4 folhas de hortelã
1 envelope de açafrão em pó (mais ou menos 1 colher de café)
suco de ½ limão

Calda
1 caixinha pequena de creme de leite light (o light é menos encorpado do que os outros)
150g de chocolate ao leite

Acompanhamento
Sorvete de creme

Modo de fazer
Descasque as pêras, corte-as ao meio no sentido do comprimento, tire o caroço e os cabinhos e passe suco de limão nelas. Reserve.

Numa frigideira de bordas altas, coloque o açúcar, as sementes de cardamomo (abra a baga e coloque só as sementes), a noz moscada e a água. Leve ao fogo mexendo sempre. Quando começar a ferver, coloque o açafrão e a hortelã.

Quando a calda começar a engrossar levemente, coloque as metades das pêras. Cozinhe 3 ou 4 minutos, aproximadamente, depois vire e cozinhe o mesmo tempo, do outro lado. Se a calda ficar muito espessa, acrescente algumas colheres de água, só o suficiente para terminar o cozimento das pêras. Não é necessário que sobre muita calda. As pêras deverão cozinhar pelo tempo suficiente para absorverem a cor do açafrão.

Enquanto isso, prepare a calda. Quebre o chocolate em pedaços e leve ao banho-maria, mexendo até derreter. Quando derreter, ainda no banho-maria, acrescente o creme de leite. Mexa bem até misturar completamente e ficar líquido.

Com as pêras ainda mornas, monte a sobremesa. Coloque uma pêra e um pouquinho da calda, se sobrou; sobre ela coloque uma bola de sorvete de creme e sobre o sorvete jogue a calda de chocolate ainda quente. Sirva imediatamente.




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Sexta-feira, Maio 06, 2005


LISTINHAS SÃO DIVERTIDAS!!!
Parte II - Lara


Bom: pizza
Muito bom: estrogonofe, chocolate, macarrão alho e óleo, macarrão "da mamma", mandioca frita, cuscuz paulista, esfirra
Ótimo: arroz, feijão, bife acebolado, ovo frito, salada de tomate e batata frita. Tudo junto, óbvio! De sobremesa, quindim ou pudim.
Irresistível: massa de bolo crua e pão recém-saído do forno
Compulsivo: pãezinhos com patezinhos
Sei que não presta, mas amo: salgadinhos tipo coxinha, rissole e empada. Dogão de carrinho.
Até tenho vontade, mas não tenho coragem: sanduíche de calabresa e milho cozido de ambulante; churrasquinho grego
A pior coisa que já comi: num restaurante em Recife, um peixe ensopado nadando na água e cheio de coentro, com cebola quase crua e rodelas de tomate com a casca. Morte ao cozinheiro!
Cai bem a qualquer hora: banana, pão
Até como, mas não gosto muito: agrião e carne seca
Não suporto: queijo de cabra, coentro e dobradinha
Na minha cozinha, nem pensar: coentro e fritura
Faço, gosto, mas tenho nojo de preparar: fígado, frango e peixe
Aprendi a gostar de: gorgonzola
Eu amo, mas muita gente odeia: jiló, fígado de frango e de boi, língua de boi, refrigerante sem gás
O mais fácil de fazer: macarrão
O mais difícil de fazer: limpar peixe (nem pensar!) e lavar verdura (chega a dar dor nas costas!)
O mais prazeroso de fazer: bolo
O prato mais bonito que já fiz: um boeuf bourguignon que ficou uma obra de arte, um pudim de coco indiano com calda de pimenta lindo e capeletti caseiro recheado de ricota com tomate seco. Fala sério!
Quero fazer um dia: licor de rosas
Ingrediente básico: arroz
Ingrediente insubstituível: manjericão
Gostaria de provar, mas tá difícil: esgargot e trufa
A(s) melhor(es) bebida(s): cachaça, vinho, café com leite
Lembra a infância: flor de abóbora empanada e carne de panela com batata
Comi tanto que enjoei: yakissoba
Salivo só de imaginar: feijoada
Minha especialidade: sopas, cuscuz paulista e macarrão caseiro
Tempero básico: cebola e sal
Tempero mágico: canela
Sabor mais exótico que já provei: o da comida judaica
O cheiro é melhor que o gosto: café e churrasco
O melhor perfume: pão ou bolo assando
Filme legal relacionado à comida: Comer, beber, viver; O tempero da vida; A comilança (o Marcello Mastroianni é t-u-d-o!)


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Quinta-feira, Maio 05, 2005


LISTINHAS SÃO DIVERTIDAS!!!
Parte I - Márcia


Bom: sopinha no inverno e bife acebolado meio mal-passado com pãozinho fresco
Muito bom: bolachinha com requeijão e geléia no chá da tarde, chocolate quente, founde de queijo
Ótimo: pão de azeite com manteiga de alho
Irresistível: pãezinhos diversos dos bufets de café da manhã das padocas e sashimi de salmão (nunca cheguei no meu limite, às vezes por medo da conta e outras por vergonha de repetir 10 vezes)
Compulsivo: pipoca
Sei que não presta, mas amo: pipoca "de isopor", gordurinha de picanha envolvida em bastante farofinha, dogão, churros
Até tenho vontade, mas não tenho coragem: churrasquinho grego
A pior coisa que já comi: rim de boi assado (eca, que horror) e uma maria-fedida que estava na minha salada (não comi, mas mordi e me dá ânsia só de lembrar)
Cai bem a qualquer hora: pão com manteiga (acho que estou com idéia fixa)
Até como, mas não gosto muito: salsa
Não suporto: gosto forte de canela
Na minha cozinha, nem pensar: fritura
Faço, gosto, mas tenho nojo de preparar: carne vermelha (argh, o cheiro de sangue é ruim)
Aprendi a gostar de: pêra
Eu amo, mas muita gente odeia: pezinho de galinha na sopa
O mais fácil de fazer: risoto, pão e shitake na manteiga
O mais difícil de fazer: embutidos em geral (salame, copa etc), porque precisa de espaço e compotas de frutas, pelo mesmo motivo
O mais prazeroso de fazer: pão
O prato mais bonito que já fiz: pão de azeite com azeitonas pretas, polvilhado com aveia, em formato de rosca, e creme de ovos (salgado) servido na casquinha do ovo pintadinha a mão, acompanhado por torradas em formato de estrelinhas. Caprichadérrimo.
Quero fazer um dia: cerejas em calda
Ingrediente básico: queijo e tomate
Ingrediente insubstituível: azeite
Gostaria de provar, mas tá difícil: marrom glacê, trufas negras e algum vinho carésimo, daqueles que uma garrafa custa meu salário (que como salário não é nenhuma Brastemp, mas como preço de vinho é caro prá caramba)
A(s) melhor(es) bebida(s): caipirinha (de cachaça, óbvio, e da boa), vinho e cerveja escura
Lembra a infância: pão com melado e nata, polenta com leite e açúcar mascavo e brodo tomado na caneca com queijo ralado. Ah, pão com nata e salame também.
Comi tanto que enjoei: uma vez enjoei de iogurte, porque tomei 1,5l de uma só vez (minha mãe fazia em casa). Agora acho que estou na fase de enjoada de abóbora.
Salivo só de imaginar: pudim de leite, brigadeiro de colher, queijo camembert, tabletão de 500g de chocolate ao leite Nestlé, polenta recheada com queijo, pizza
Minha especialidade: risoto e bolos de chocolate com especiarias e azeite
Tempero básico: alecrim, alho e cebola
Tempero mágico: noz moscada, cardamomo, hortelã e água de flor de laranjeira
Sabor mais exótico que já provei: Gulab Jamun e arenque defumado (o primeiro eu amei demais e o segundo não gostei)
O cheiro é melhor que o gosto: churrasquinho do Largo da Batata
O melhor perfume: café
Filme legal relacionado à comida: Chocolate, Como Água para Chocolate


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Quarta-feira, Maio 04, 2005


ALGUNS LIVROS SÃO O MÁXIMO

Tipo esse aí, de Jean-Louis Flandrin e Massimo Montanari. Os caras falam do que e como o ser humano comia desde a Pré-História. Algumas das coisas que aprendi lendo logo as primeiras páginas é que o ser humano sempre foi onívoro por excelência, tendendo mais ou menos a comer vegetais ou carne, segundo o local onde se instalava. Achei curioso também que o ser humano era caçador de animais de grande porte no início, além de roubar a carcaça de que outros animais já tinham se alimentado. Só depois de alguns milênios é que passou a caçar animais menores e, depois, a criá-los em cativeiro. Mas aí já começa um outro período. Depois conto mais!




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