Quarta-feira, Setembro 27, 2006
Fiz esta receita depois de um dia de excessos. O sabor fresco da abobrinha e do manjericão dão a sensação de purificação e o prato realmente é bem leve. Comi com batata-doce assada em pedaços, untada com um fio de azeite, temperada com uma pitada de sal e uma de orégano.
ASSADO LEVE DE PRIMAVERA
4 abobrinhas italianas
2 tomates
2 ramos de manjericão fresco
150g de queijo minas (ou prato ou mussarela) em pedaço
sal e pimenta
azeite
Pique os tomates em cubinhos e tempere com o manjericão picado e um pouco de sal e pimenta. Rale o queijo no ralo grosso. Reserve.
Fatie as abobrinhas no sentido do comprimento. Regue com um fio de azeite e uma pitada de sal. Grelhe numa frigideira anti-aderente dos 2 lados, até ficarem ligeiramente douradas.
Unte um refratário com um fio de azeite e ajeite uma camada de abobrinha grelhada. Por cima, uma camada do tomate e uma de queijo e assim sucessivamente. Termine com o queijo. Leve ao forno só para que o queijo derreta.
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Segunda-feira, Setembro 25, 2006
Tava procurando uma receita boa de massa de pão e que também servisse para vários usos. Encontrei esta numa Cláudia Cozinha antiga.
Na sexta-feira, fiz uma receita inteira de massa. Dividi ao meio e com uma metade fiz 4 calzones de berinjela (bem grandes). Com a outra, um rocambole de geléia de morango e ricota. No sábado, a vontade de comer massinha feita em casa persistia. Tornei a fazer uma receita e aí fiz esfihas de carne. Na verdade, a massa não é bem de esfiha, porque ela tem uma certa crocância na casquinha, o que também é muito bom. Além disso, preferi fazer o recheio de carne refogada e não crua, como manda a tradição esfihística. Então, posso dizer que fiz um pão com recheio de carne moída em formato de esfiha, já que fugi um pouco do original. Mas valeu a pena. A receita rende de 25 a 30 esfihas.
Se você não quiser rechear, é só fazer bolinhas com a massa e assar. O resultado são pãezinhos deliciosos.
MASSA BOA DE PÃO
1. Primeiro, faça a esponja:
- 1 tablete (15g) de fermento biológico fresco
- 2 colheres (chá) de açúcar
- 300ml de leite morno
- 1 xícara (120g) de farinha de trigo
Misture tudo numa tigela, cubra com um pano e deixe descansar por 30 minutos. Truque: ligue o forno por uns 3 minutos. Desligue e ponha a vasilha dentro. Num ambiente aquecido, a massa cresce mais rápido.
2. Passado o tempo, misture numa outra vasilha:
- 100g de manteiga gelada em cubinhos
- 3 xícaras (360g) de farinha de trigo
Com as pontas dos dedos, faça uma farofa. Aí, junte:
- 2 ovos em temperatura ambiente ligeiramente batidos
- 1 colher (chá) de sal
- a mistura da esponja
Misture tudo muito bem. A massa deve ficar meio mole. Sem problemas. Enfarinhe uma superfície de trabalho, ponha a massa e sove por cerca de 10 minutos, acrescentando farinha aos poucos, até ficar menos grudenta (nesse processo, vai cerca de 1 xícara de farinha a mais do que na receita). Faça uma bola com a massa e ponha numa vasilha untada com óleo. Cubra com filme plástico e deixe descansar por 1 hora, em local protegido (sugiro o forno desligado).
3. Enquanto isso, aproveite para fazer o recheio, que deve estar frio (ou pelo menos morno) na hora de rechear. Para os calzones, cortei 2 berinjelas em cubinhos e deixei de molho na água com 1 colher (sopa) de sal por 20 minutos. Escorri e refoguei com cebola e alho e temperos a gosto. Quando esfriou, juntei 1 boa colher de requeijão e queijo prato ralado no ralo grosso.
Para o rocambole (não tirei foto), simplesmente amassei a ricota com 2 colheres (sopa) de açúcar e umas gotas de essência de baunilha. Na hora de montar, passei a geléia no rocambole (deixe as pontas sem recheio), cobri com a ricota e enrolei, fechando as pontas.
Para as esfihas, fiz um refogadão básico de carne. Temperei com zatar, uma pitada de canela e um toque de hortelã e, quando esfriou, coloquei suco de ½ limão e uma colherada de tahine.
Há milhares de sugestões de recheio: presunto e queijo, só queijo, tomate seco, escarola, maçã com canela... invente o seu.
4. Etapa final: a massa cresceu e o recheio tá pronto. Vamos à montagem. Enfarinhe a superfície de trabalho e abra a massa (polvilhe farinha no rolo para não grudar)
Para os calzones, abra a massa em círculos de cerca de 15cm de diâmetro. Ponha o recheio e feche as bordas, enrolando-as sobre si mesmas.
Para o rocambole, abra a massa em círculo até cerca de 1cm de espessura. Ponha o recheio, deixando um espaço na borda. Enrole e feche as pontas.
Para as esfihas, abra a massa em círculos de cerca de 10cm. Ponha o recheio e feche em triângulo, passando um pouco de água nas bordas para que não abram.
Para qualquer um dos formatos, quando terminar de rechear, deixe descansar por mais 20 minutos antes de assar em forno médio preaquecido. Se quiser dar um aspecto mais dourado, pincele uma gema ligeiramente batida por cima da massa.
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Quinta-feira, Setembro 21, 2006
Considero um luxo fazer catchup caseiro. Me deixa realmente feliz. Admito que leva tempo, mas é o tipo de coisa que só dá pra fazer com inspiração, sem pressa. É uma culinária, digamos, de longa duração, mas que também traz uma recompensa e tanto: é catchup puro, com gosto de catchup de verdade e, o melhor, sem conservantes, nem corantes, nem espessantes, nem acidulantes, nem blá-blá-blá-antes. Oh yeah!
Aproveito e ofereço esta receita como uma homenagem ao colega blogueiro d'O Avental do Gourmet, lá do outro lado do oceano, que compartilha comigo o amor pelas conservas.
CATCHUP DE TOMATE COM ESPECIARIAS
1ª etapa
1kg de tomates maduros (italianos, de preferência)
250g de cebola
300g de erva-doce fresca (o bulbo)
30g de gengibre fresco
3 dentes de alho
1 colher (sopa) de sementes de coentro
½ colher (sopa) de cravos
1 colher (chá) de pimenta-do-reino em grãos
5 bagas de cardamomo
7 cm de canela em pau
2 ramos de manjericão fresco
2 ramos de salsinha fresca
1 ramo de hortelã fresca
Gaze esterilizada (aquela da farmácia) ou um quadrado de tecido de algodão
Barbante
Lave bem, tire os pedúnculos dos tomates e pique no processador (com casca e sementes) com a cebola, o alho, a erva-doce e o gengibre. Se não tiver processador, no problem, pique na mão mesmo, em pedaços pequenos. Ponha numa panela, de preferência de inox.
Misture as sementes de coentro, a pimenta, os cravos, o cardamomo e a canela e esquente numa frigideira anti-aderente seca, até começarem a estalar. Isso ajuda a despertar os sabores adormecidos das especiarias. Espere amornar um pouco e, com a gaze, faça uma trouxinha, amarrando com o barbante. Se for usar um pedaço de tecido comum, certifique-se que esteja limpo, sem resíduos de sabão. Escalde-o em água fervente antes de fazer o saquinho.
Amarre as ervas frescas com o barbante. Junte o saquinho de especiarias e o amarrado de ervas à panela com os outros ingredientes. Leve a ferver e cozinhe em fogo baixo, com a panela semitampada, por 30 minutos, ou até os pedacinhos de cebola estarem transparentes.
Retire o saquinho de especiarias e o amarrado de ervas e jogue fora. Bata a mistura no liquidificador até ficar homogêneo. Passe por uma peneira, amassando bem o bagaço para retirar todo o líquido. Volte a mistura para a panela (lavada). Quando voltar a ferver, cozinhe por 45 a 60 minutos em panela semitampada ou até o purê estar reduzido à metade.
2ª etapa
Quando o purê estiver reduzido à metade, meça a quantia e, para cada litro de polpa*, acrescente:
250ml de vinagre de arroz
100g de açúcar
1 colher (sopa) rasa de sal
Volte à panela de deixa apurar novamente, mexendo sempre, até o purê reduzir e engrossar (cerca de 30 a 45 minutos).
[*O meu purê rendeu 700ml, então, coloquei 175ml de vinagre, 80g de açúcar (pra ficar bem docinho) e 1 colher (sobremesa) rasa de sal.]
Ponha o catchup em vidros aquecidos, previamente esterilizados. Vede bem.
Validade: 2 anos, se for pasteurizado**, ou 3 meses conservado na geladeira.
Rendimento: de 600 a 700ml.
** Já escrevi sobre o processo de pasteurização no mês de março deste ano, quando publiquei uma receita fantástica de Catchup de pimentão. Clique aqui para ler (role a página até a receita).
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Terça-feira, Setembro 19, 2006
Aproveitei os últimos dias de inverno para fazer este substancioso ensopado que vale por uma refeição completa. Há muita gente que tem preconceito contra músculo. Na verdade, é um dos cortes mais saborosos da carne de boi. O segredo é escolher um pedaço mais carnudo, que não tenha muito daquela "geleinha" que caracteriza esse corte. Ah, e é preciso cozinhar bastante mesmo. Músculo duro só vale em corpinhos sarados; em pratos, jamais.
ENSOPADO DE MÚSCULO E MANDIOCA
500g de músculo em cubos
500g de mandioca
1 lata de cerveja
1 cebola em cubos
2 cenouras em pedaços graúdos
2 dentes de alho picados
1 colher (sopa) de orégano
2 folhas de louro
3 ramos de salsinha
2 colheres (sopa) de óleo
sal e pimenta
Coloque os pedaços de músculo para marinar na cerveja por 30 minutos. Passado esse tempo, retire-os e seque-os com um papel toalha. Reserve a cerveja. Esquente bem o fundo de uma panela de pressão, junte o óleo e sele a carne, evitando mexer muito (isso evita que ela solte muito líquido). Assim que estiver levemente dourada, junte a cebola, o alho e a cenoura. Refogue um pouco.
Enquanto isso, faça um amarradinho com a salsinha e a folha de louro. Acrescente ao refogado, juntamente com o sal, a pimenta e o orégano. Regue com a cerveja da marinada e mais 1 xícara de água. Feche a pressão e, quando começar a chiar, cozinhe por 1h30.
À parte, cozinhe a mandioca até ficar macia, mas sem despedaçar. Abra a pressão depois de terminado o tempo de cozimento, descarte o amarradinho de ervas e junte a mandioca cozida. Se precisar, acrescente mais água e acerte o sal do caldo. Cozinhe até a mandioca começar a derreter e engrossar o caldo.
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Domingo, Setembro 17, 2006
Retratos do fim de semana na praia
Passei o fíndi na praia, na casa de uma amiga. Com chuva, muita chuva e frio.
Ontem foi dia de comer bobagem e jogar baralho e bilhar o dia todo. Mas hoje foi dia de comer porção de camarão e filé de peixe na telha com molho baiano. Tanta chuva tinha que trazer alguma recompensa...
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Quinta-feira, Setembro 14, 2006
Pequenos utensílios
Achei atraente a idéia de variar e dar a dica de um utensílio e não de uma receita. Escolhi o mini-ralador, um mimo, pra começar. Tenho o meu sempre à mão e uso mais pra ralar dentes de alho. É melhor que espremedor, principalmente quando usamos alho cru em alguma receita (num patê, por exemplo). O ralo fino transforma o alho em purê, não deixando aqueles desagradáveis pedacinhos. Além disso, a noz-moscada ralada na hora fica com um sabor infinitamente superior à comprada em pó. Vale a pena.
MINI-RALADOR
Descrição: feito de inox, com quadro lados (ralo grosso, ralo fino, fatiador e ralador de queijo). Cerca de 8cm de altura.
Uso mais comum: ralar noz-moscada
Outros usos: ralar dentes de alho, fatiar lascas de pequenos pedaços de queijo parmesão, ralar gengibre fresco
Preço médio: de 5 a 12 reais, dependendo da loja
Onde encontrar: lojas de utensílios domésticos em geral
Dica: dê de presente para aquele seu amigo (ou amiga) que gosta de cozinhar, como um mimo fora de hora ou ocasião especial. É barato, charmosinho e descolado. Se quiser enfeitar, dê junto com saquinho de pano com alguns grãos de noz-moscada.
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Terça-feira, Setembro 12, 2006
Breve crônica da semana que passou
Semana passada foi uma sucessão de acontecimentos: velório de uma tia-avó, casamento da cunhada, festa à fantasia de uma prima, intercalados por duas idas e vindas de São Paulo para o interior.
Após curtos sete dias de emoções tão contraditórias, voltei à rotina ontem com a tarefa de, em dois dias, ler 250 páginas, en français, para uma prova de literatura francesa que acontecerá amanhã.
Durante minhas "férias" no interior, não cozinhei - verbo abolido por lá, já que minha mãe é fiel adepta do self-service. Não me fiz de rogada e aproveitei o far niente.
No entanto, cheguei no domingo ávida por uma comida feita em casa. Do cata-cata da geladeira saiu este macarrão às pressas, delicioso. Acho que já dei uma receita de macarrão com abobrinha antes. Ah, não importa. Fiquei com preguiça de revirar os arquivos resolvi postá-lo assim mesmo.
No mais, passada a prova de amanhã, espero voltar às panelas. A vida prossegue.
ESPAGUETE COM ABOBRINHA E GORGONZOLA
Para 2 pessoas
250g de espaguete de grano duro
1 abobrinha grande
1 cebola média
3 dentes de alho
1/3 de xícara de leite
1 colher (sobremesa) de requeijão
2 colheres (sopa) de hortelã fresca picada
100g de queijo gorgonzola
2 colheres (sopa) de azeite
noz-moscada ralada
sal e pimenta-do-reino
Lave bem a abobrinha, corte ao meio no sentido do comprimento e fatie em fatias bem finas. Corte a cebola em tiras e pique os dentes de alho.
Refogue a cebola e o alho no azeite em fogo lento pra não queimar. Quando murchar, junte a abobrinha, tempere com sal, pimenta e noz-moscada e refogue até que comece a mudar de cor, mas ainda esteja um pouco crocante. Junte o leite e o requeijão. Quando voltar a ferver, acrescente a hortelã e desligue o fogo. Misture com o macarrão cozido. Com um garfo, amasse grosseiramente o queijo gorgonzola e salpique por cima do prato.
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Domingo, Setembro 03, 2006
Queria agradecer a todos meus amigos que passaram por aqui, blogueiros ou não, e deixaram uma mensagem. Tô numa correria da "muléstia" esta semana e não posso retribuir a visita. Mas prometo que logo, logo farei uma visita decente a todos, com e-mails e comentários.
Por hoje, posto esta receita de frango que fiz no almoço e ficou uma djilícia. Aproveitem a semana! Volto logo. Beijitos!
Lara
FRANGO AO MOLHO DE TAMARINDO COM ARROZ DE MANJERICÃO
Para 4 pessoas
1 kg de coxas e sobrecoxas de frango sem pele
suco de ½ limão
2 dentes de alho
2 colheres (sopa) de azeite
1 cebola média em cubinhos
1 colher (sopa) de gengibre fresco ralado
1 colher (chá) de semente de coentro
5 bolinhas de pimenta-da-jamaica
½ xícara de suco de tamarindo*
2 colheres (sopa) de mel
2 colheres (sopa) de shoyu
1 xícara de água
2 colheres (chá) de maisena
Tempere os pedaços de frango com o suco de limão, os dentes de alho esmagados e sal. Deixe tomar gosto por 20 a 30 minutos. Enquanto isso, soque a pimenta-da-jamaica e as sementes de coentro num pilão até estarem reduzidas a pó. Na falta de um pilão, use o método tabajara: coloque as sementes num plástico ou num envelope feito de papel toalha e martele (sim, com o martelo) até virarem pó. Parece bizarro, mas funciona.
Refogue os pedaços no azeite, dos 2 lados, até dourarem. Junte a cebola, as especiarias moídas e metade do gengibre ralado. Refogue até a cebola começar a murchar. Aí acrescente o shoyu, o mel, o suco de tamarindo e a água. Quando ferver, abaixe o fogo e cozinhe em panela semitampada até que o líquido reduza à metade. Dissolva a maisena num dedinho de água fria, junte ao molho e deixe engrossar. Desligue o fogo e polvilhe o gengibre restante.
Para o arroz de manjericão
2 xícaras de arroz
4 xícaras de água
1 cebola média picada
2 colheres (sopa) de azeite
2 colheres (sopa) de manjericão fresco picado
Faça um arroz branco comum com os 4 primeiros ingredientes. Quando estiver pronto, desligue o fogo, solte os grãos com um garfo e junte o manjericão. Tampe a panela e deixe abafar por 5 minutos. Sirva com o frango.
* O suco de tamarindo é aquele concentrado, de garrafinha, da marca Dafruta.
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Sábado, Setembro 02, 2006
Andei fazendo umas comidas muito triviais nos últimos dias, nada que me desse vontade de publicar. Hoje resolvi sair do marasmo e revirar algo de diferente no arquivo. Encontrei esta receita que, convenhamos, não é exatamente uma novidade, mas é um lance tipo, pá, diferente. Eita!
E óia só esta massinha (encontrei no supermercado cyber onde faço compra) chamada "crista de galo". Parece um penne rigate, só que com uma aba, como uma crista de galo (of course). É da marca Santa Amália, que faz várias massas de formatos legais a um precinho muuuuuito camarada. O único porém é que a massa não é de grano duro, mas é só se ligar no tempo de cozimento pra não virar papa (éééca) e fica LINDO.
MACARRÃO CRISTA DE GALO COM CALABRESA E ERVA-DOCE
Para 2 pessoas
1 lingüiça calabresa defumada em cubinhos
1 cebola média em cubinhos
1 lata de tomate pelado com o líquido (400g)
2 colheres (chá) de sementes de erva-doce
¼ xícara de vinho tinto (opcional)
1 colher (chá) de açúcar
sal e pimenta-do-reino a gosto
250g de macarrão crista de galo (ou penne, fusili, caracolino)
Numa panela, refogue a calabresa sem óleo, em fogo médio-baixo. Quando estiver douradinha, junte a cebola e refogue um pouco até murchar. Acrescente a erva-doce, o vinho tinto e o tomate pelado. Tempere com o açúcar, o sal e a pimenta. Quando voltar a ferver, abaixe o fogo e deixe cozinhar por 15 minutos.
Cozinhe o macarrão em água salgada (com sal grosso fica mais saboroso) até ficar al dente. Escorra e junte o molho. Sirva com queijo parmesão e, se possível, um bom vinho tinto.
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Cozinho por prazer. Sempre ao som de rock. Sou CCR (Colecionadora Compulsiva de Receitas), glutona, gulosa e gourmet. Brigo com a balança. Gosto de comida farta, de encher a vista e dar água na boca. Valorizo as artes antigas de fazer massa, pão, licor e comida de casa e também acredito nas inovações, desde que sejam gostosas. Sou contra as restrições alimentares e o preconceito culinário. Do bom restaurante ao boteco, da comida de rua à comida caseira, do exótico ao arroz com feijão, se for saboroso, eu topo.
Julho - 2006